5,0
25. Aug. 2025
Ehemaliger Mitarbeiter, mehr als 10 Jahre
São Paulo,
Empfehlen
CEO-Befürwortung
Geschäftsprognose
Pros
Ambiente, desenvolvimento, cultura e chances de crescimento
Kontras
talvez uma ajuda de custo para o estacionamento no prédio
Pros
Ambiente, desenvolvimento, cultura e chances de crescimento
Kontras
talvez uma ajuda de custo para o estacionamento no prédio
Pros
Eu considero algumas avaliações aqui injustas, visto que o objetivo é explicar para pessoas que queiram trabalhar na empresa como a mesma é. Portanto, vamos lá: - instabilidade: a empresa vem passando por mudanças para se manter ágil em sua indústria. Tem várias pessoas aqui com mais de dez anos de casa e se essas pessoas pensam que tudo deve ficar como está, as erradas são elas e não a empresa; - infraestrutura tecnológica: não vi nada sobre máquinas defasadas; - liderança, avaliação, treinamentos: a empresa tem uma plataforma com cursos, entre outros benefícios e, cada voz importa. Tem um canal de compliance que de fato funciona e canal aberto com RH; - Plano de saúde: um dos melhores do país; - Falta de diversidade: se você considera que diversidade se trata de apenas um dos recortes, de fato pode estranhar. No entanto, se você é mulher, saiba que não será demitida quando retornar da licença maternidade. Aqui o etarismo não tem tanta vez, tem funcionário com 62 anos de idade. Dito isto, esclareço que não sou do RH. A empresa é bastante humana e a voz de todos os funcionários é levada em conta e isso para mim é um fato.
Kontras
A cultura da empresa é relacional e portanto, o presencial é fundamental para construir as pontes internas. Não entre achando que conseguirá escapar de vir ao escritório 3x na semana ou mais se for necessário. Resistência de alguns profissionais com mudança e falta de atualização de melhores práticas de mercado por parte deles. A remuneração é ligeiramente abaixo do mercado.
Pros
Pagam em dia, acho que apenas isso.
Kontras
O ambiente na MakeOne é marcado por instabilidade e falta de previsibilidade. A percepção de desempenho parece variar de forma abrupta, sem critérios claros, o que gera insegurança entre os colaboradores. A liderança não comunica de forma objetiva quais são as expectativas em relação a metas, entregas e critérios de avaliação. Essa falta de direcionamento compromete o desempenho e reforça a sensação de subjetividade nas decisões. O estilo de gestão é centralizador, com presença recorrente de microgerenciamento. Embora exista a possibilidade de home office, a cultura organizacional privilegia o trabalho presencial. Movimentações e decisões relevantes tendem a acontecer no escritório, o que pode gerar sensação de exclusão para quem atua remotamente. A infraestrutura tecnológica é defasada e impacta a eficiência das equipes. Além disso, há relatos frequentes de condutas inadequadas por parte de lideranças, o que afeta o clima organizacional. A área de Recursos Humanos demonstra intenção de promover melhorias, porém aparenta ter pouca autonomia e baixo poder de influência sobre a forma como as lideranças conduzem seus times. A gestão de pessoas parece limitada a ações pontuais e institucionais, sem impacto estratégico ou alinhamento consistente com a cultura de liderança. Processos como treinamentos, feedbacks e avaliação de desempenho carecem de estrutura e credibilidade. A empresa não transmite segurança em seus critérios e decisões, e há uma percepção de desalinhamento entre o discurso de “liderança humanizada” e as práticas adotadas no dia a dia. De forma geral, a organização não demonstra considerar de maneira consistente o comprometimento individual dos profissionais, o que contribui para um ambiente de baixa confiança e engajamento.